quinta-feira, 17 de junho de 2010

dια 17 ▫ Felix Felicis

Acho que alguém jogou Felix Felicius no meu Nescau hoje de manhã Acabei de ir ao Mercado – aquele que eu vivo reclamando da mortadela – e fui direto pra sessão de pães e frios, e apenas nela, pois tava morrendo de fome. Fui me aproximando da fila e vi uma mulher bem da gostosinha na minha frente. Fiz um mega esforço pra não secar ela e nem olhar diretamente nos olhos, o que pode ter sido ruim, porque talvez ela tivesse me dado mole se eu estivesse jogando meu sensualseduction (ha, falô! 'kk). Até tive a impressão de ela ter me dado uma olhada, mas sei lá, eu não estava me sentido muito confortável, vestido com uma bermuda preta toda desbotada que comprei pro natal de 2005, uma camiseta azul claro toda apertada, pois foi me dada em 2000 (segundo minha mãe) e um casaco que não importa a data, e sim o "R" que um dia fiz com uma caneta retroprojetora permanente na casa da minha amiga Gabriella. Quando chegou minha vez, pedi 6 médias para a garota – sim, eu como bastante – e fiquei esperando em quanto passava o olho pela vitrine de pães-doces até chegar nas mortadelas. Levei um susto, e fiquei realmente muito espantando. A mortadela tava fatiadainha, vermelha como sangue! Eu não resisti, e quando a atendente veio com o saco de pão pra mim eu perguntei: “Quê marca de mortadela é essa?” e ela: “É Marba”. Eu agradeci e saí meio chocado indo em direção ao caixa, mas fiquei mais espantando ainda foi ao chegar lá. Aquela atendente velha chata e lerda que falei aqui outra vez não estava lá!, e ainda consegui pegar um caixa vazio entre dois, cujo o outro estava com umas 3 pessoas na fila. Saindo do mercado passei na casa do meu amigo Ricardo, e ficamos conversando sobre arrumar emprego e se alistar ao exercito: – Você vai servir? – perguntei. – Não. Só vou pegar a carteira de reservista, porque é bom pra arrumar emprego – respondeu. – E como você vai fazer? – Eu vou falar que meu pai é aposentado e que sou filho único. – Então eu vou falar que meu pai é aposentado, quê sou filho único, quê tenho pé chato e sou analfabeto – 'HUASUHSAUHSAHUSAHUSAHU :/ Mas essa conversa realmente produtiva não teve nada a ver com meu dia que está muito bom, e sim o que aconteceu antes disso: o Ricardo me perguntou se eu já queria pegar meus filmes que eu tinha emprestado pra ele: "X-Men Origins: Wolverine" e "Iron Man (Homem de Ferro)". Pra você isso não pode significar absolutamente nada, mas pra mim, que conheço esse cara há 17 anos, faz muito sentido, pois tudo que eu empresto pra ele, nunca volta! Acho que a única coisa que não me favoreceu muito foi a sacola em que a média veio, que era transparente; se bem que isso é frescura minha, mas em compensação, pela primeira vez, o pão tava perfeito! Tava gostoso e não tava com aquelas migalhas duras, apesar de estar soltando um monte delas. Que seja, eu sempre preciso de um motivo pra reclamar de tudo :D. Ainda tem gente que não acredita em sorte...

quarta-feira, 16 de junho de 2010

dια 14 ▫ Tenho Saudade

Eu tenho saudade de tantas coisas...

Dois mil e oito, por exemplo...
As coisas não iam bem, mas pelo menos existiam "as coisas" naquela época. Sinto falta disso.
As nossas brincadeiras, conversas curtas pelo telefone, o vazio quando não estávamos 'juntos' e o amor que era retribuído.

Eu sinto falta da minha infância...
Na quarta-série, que ninguém conhecia o garoto gordo e esquisito da classe C.
Mesma quarta-série essa em que eu apanhava se não "desse" minhas figurinhas de Yu-Gih-Oh para um filho-da-puta favelado chamado Carlos (espero que ele ainda seja analfabeto).

Inicio do ensino-fundamental...
O mesmo gordinho, com cabelo horrível. Eu tinha um cabelo ridículo, e não me preocupava com isso, pois eu não sabia disso. Hoje eu tenho o mesmo cabelo ridículo, só que ciente de tal defeito, e agora uso um boné pra não precisar fazer chapinha. Se fosse como antes, que não me importava com a bundinha que levava em cima da cabeça, seria mais fácil; ou não, pois naquela época eu nunca tinha tido nenhum tipo de contato com alguma garota.

Eu sinto falta de quando eu era pequeno e ficava com inveja dos pelos nas axilas do meu pai. Hoje os pelos que tenho nas axilas, crescem mais que o necessário, resultando em momentos desagradáveis de aparação em frente ao espelho. E digo o mesmo pros pelos pubianos.

E também quando eu era feliz apenas por ter um misero bigodinho aos onze, e agora com dezessete eu preciso tirar uma barba inteira de uma em uma semana. Mas foda-se, nem sei porque to reclamando! Eu adoro pagar um sapo com esses pentelhos, e sempre deixo crescer; e não é por preguiça ou falta de higiene, pois fiquem vocês sabendo que eu a lavo com shampoo e condicionador.

Mais uma vez o gordinho, que quando gordinho, não sabia da existência de um osso estranho que tinha por trás de seus pneus. Isso me assusta, e um dia ainda procuro um medico. Mas antes magricela, com ossos que saltam pra fora da pele, do que passar todos os dias ouvindo aquela músiquinha: “Gordo, baleia, saco de areia. Comeu banana podre, morreu de caganeira”.

dια 10 ▫ Leite com Bolacha no Mercado

Em casa passando fome, fedendo e cheio de trabalho pra fazer no computador.

Resolvi iniciar as obras, e primeiro fui fazer os serviços, mas não deu cinco minutos e eu já estava passando mal com meu próprio cheiro, então mudei e parti pro banho.

 Após ter me lavado, me arrumei e peguei dez reais de baixo do colchão e fui ao mercado. Fui andando pelo primeiro corredor e lembrei que estava com uma súbita vontade de comer bolacha ou qualquer coisa de chocolate, então parei e voltei andando pra trás de ré, e fiquei olhando a prateleira, vazia, que só tinha aquelas bolachas ruins de cinqüenta centavos. Eu não sou boyzinho nem nada, mas eram as piores das piores MESMO. Não tinha uma Bono, nem Trakinas, Tostines... nem aquelas mais ralézinhas, porém boas, da Parati e Plugados.
 Fiquei emputecido e fui seguindo, no mesmo corredor, e parei pra olhar o leite, pois ‘estava com uma vontade súbita’ de tomar um copo de achocolatado. Só tinham umas três marcas lá: Leco, Parmalat, e outra que eu nunca vi nada vida. Na hora pensei na minha mãe, que me ensinou a ser mão-de-vaca, e sempre me mandava ir ao mercado comprar o leite mais barato. Vendo que o mais barato era o menos confiável, lembrei do meu pai, que sempre dizia: “Não importa! A diferença é de alguns centavos mesmo. Melhor comprar o melhor”. E meio que fazia sentido, pois os preços eram de R$2,20 pra cima e, 10 centavos a mais poderia não fazer muita diferença no meu bolso, mas sim na minha saúde – ahhaaa, curtiu essa, hein?!.
Peguei então o da Parmalat, por R$ 2,30; 1 centavo mais caro que o Leco. Toda vez que vou comprar qualquer coisa da Parmalat, sinto um certo receio, pois teve uma época, na minha pré-adolescência, que corriam boatos que ela havia falido. Mas falida ou não, continua cara pra cacete; com exceção do biscoito recheado, que custa em média de noventa e nove centavos.
 Segui adiante novamente e fui comprar pão. Toda vez que vou nesse mercado fico indignado com duas coisas: o preço do pão, a cor da mortadela, e os ovos de Páscoa que eles vendem 10 meses após a validade com o mesmo preço. É sempre igual! O pão antigamente, no meu bairro, custava 10 centavos, no máximo 15; agora, se você for fazer as contas, deve ser de 30 à 50, NO MÍNIMO. E engraçado que antes era menor que meu pento, agora, eles até exageram no tamanho e no peso; a migalha chega até ser mais grossa; e eu nunca gostei de migalha dura (por favor, parem de pensar besteiras), porque essa bosta entra no meio dos dentes e sempre arranca um pedaço da gengiva – ta, agora eu exagerei. A mortadela anêmica que vende lá eu nem preciso falar nada, pois já fiz um post inteiro dedicado à isso:]
http://raulizar.blogspot.com/2009/12/07.html
 Com o leite, o pão, e a mortadela, fui dar uma olhada na sessão de lacticínios [?', e fiquei babando pelo 'mousse de chocolate' – sei lá o nome dessa porra! Só sei que todo mundo chama de Danone, apesar de Danone ser uma marca –; e toda vez que eu vejo esse bang, me lembro do dia que fui tirar sangue pela primeira vez – primeira vez que eu tenha me lembre –, e minha vó deu um pra mim, que fui embora todo feliz sentado no banco da frente do carro, lambendo o lacre metálico todo melado de chocolate :9. No final das contas acabei sentindo um aperto no peito quando vi o preço daquele treco: R$2,00. Ou eu levava aquilo ou levava o leite. Cheguei a conclusão que o leite compensava mais; pelo menos uns 5 copos de achocolatado [?². O bom é que até passou a minha 'vontade súbita' de comer aquele negócio.
 Dei a sorte de achar um caixa vazio, e sem a atendente que eu mais odeio: uma velha desgraçada que demora uns 40 minutos pra atender, e ainda tem a cara-de-pau de ficar conversando com as outras caixas; e eu tinha esperança dessa mulher ser demitida...

 Cheguei em casa e preparei um copo de Nescau com um sanduíche de mortadela de gosto duvidoso, e agora vou assistir uma série de TV que me emprestaram que aposto que já virou modinha: The Vampires Diaries. Que seja! Tchau \o_

Marcadores: Post inútil; Lixo; Pra quê postei? ¬¬'; ou melhor: Pra quê escrevi? :B

terça-feira, 15 de junho de 2010

dια 15 ▫ Falando sobre: Música

Sabe... já se foi tempo que eu gostava bastante de uma música à ponto de ela grudar.
Mentira, infelizmente ainda acontece. E não só comigo; com você também, amiguinho!
Vai me dizer que mesmo odiando Restart, nunca ficou cantando pra lá e pra cá:
E eu vou!, te espera a a a, pra onde quer que eu vá a a... pra onde quer vá a a... Te levo comigo!
E eu vou!, te espera a a a, pra onde quer que eu vá a a... pra onde quer vá a a... Te levo comigo!
E eu vou!, te espera a a a, pra onde quer que eu vá a a... pra onde quer vá a a... Te levo comigo!
E eu vou!, te espera a a a, pra onde quer que eu vá a a... pra onde quer vá a a... Te levo comigo!
E eu vou!, te espera a a a, pra onde quer que eu vá a a... pra onde quer vá a a... Te levo comigo!
E eu vou!, te espera a a a, pra onde quer que eu vá a a... pra onde quer vá a a... Te levo comigo!
E eu vou!, te espera a a a, pra onde quer que eu vá a a... pra onde quer vá a a... Te levo comigo!
E eu vou!, te espera a a a, pra onde quer que eu vá a a... pra onde quer vá a a... Te levo comigo!

?!

Não é sempre que isso ocorre, mas só que agora, de quebra foram com várias.
Como nunca falo sobre esse assunto aqui, tirei o hoje para comenta-las.



"Starstrukk" do 3OH!3 (não sei como se pronuncia isso :/) junto com a Katy Perry.
Essa música é foda demais! O cabelo de um dos caras que canta é foda demais!
Quando vejo os peitos da Katy Perry eu penso em fu-- enfim...




E por falar em Katy Perry... Sei que vocês vão tirar um sarro por isso, mas essa música, sinceramente, é uma das melhores coisas que já ouvi esse ano!: "California Gurls".
Eu vi a apresentação dela no MTV Movie Awards, e talvez tenha sido esse o motivo, pois não é de hoje que ela me seduz com aquelas caras e bocas; e ainda ta usando um shortinhos cavadão e uma peruca azul – não sei porque, mas são duas coisas que me excitam ...
E ainda me lembra GTA Vice City, o que faz ganhar mais um ponto.



Como toda música, tem sempre aquele trecho favorito. Nesse caso, são dois. Aquela parte: “You could travel the world, but nothing comes close to the golden coast”. Não pela letra, e sim pelo jeito sexy que ela fala :X. E também no refrão: “California girls, we're unforgettable. Daisy Dukes, bikinis on top”. Eu não faço idéia do que seja um “Daisy Duke”, mas depois dessa música preciso jogar no Wikipédia.

Bem, outra que ficou me azuretando as idéias, martelando na cabeça: "When I Look At You" da Miley Cyrus – pois é, meu gosto musical anda bem gay ultimamente...
Acho que não é nem pela música, e sim pela Miley. Eu já disse que tenho uma paixão platônica por ela? Se não, agora disse. E isso começou nas vezes que eu ia na casa de um amigo meu que gosta de assistir Hanna Montana.



Toda vez que assisto esse clipe fico suspirando em frente a televisão, olhando pra ela, e ouvindo a voz dela bem roquinha, desafinando um pouco no refrão... E ainda tem gente que diz que não importa a beleza exterior das pessoas... Só diz isso quem é fã da Susan Boyle ¬¬'.
Olhe bem fixamente para aquela boca linda dela enquanto está cantando. Agora me diz se a música não entra na mente?!

"Rock That Body", do Black Eyed Peas. Essa é muito massa! Toda vez que vou em alguma baladinha – como se eu fosse muito – ta tocando ela. E é uma música que agita! (ou não).
Uma mistura de música eletrônica (como todo o novo disco deles :B) com... sei lá!; na verdade não é uma mistura de nada, é apenas eletrônica mesmo; eu só queria falar bonito mas não consegui completar.



A melhor parte é a quando o Will.I.Am canta e jogam um tipo de efeito eco na voz dele.
Tirando "Meet Me Halfway" e "Electric City", é uma das únicas que salva o álbum The E.N.D.
E já vou aproveitando para mandar TOMAR NO OLHO DO CU aqueles que gostam daquela PORRA de "I Gotta Feeling". I GOTTA FELLING O MEU CARALHO! Ainda tive que ouvir aquele narrador veado da Bandeirantes falando na abertura da Copa do Mundo que essa merda dessa música é uma das melhores da nova década. Ah vai se fuder! Sonzin chato e insuportável da bexiga '--.

Outra bem gay também é "Tea Party" da Kerli. Eu só parei pra ouvir essa música porque faz parte de Almost Alice, trilha sonora de Alice In Wonderland.



E só gostei também porque ela ta bem gostosa naquela parte em que faz uma dancinha supimpa em frente ao espelho. [...] Ta!, a música é legalzinha :B.

Por último e nem por isso menos importante: "Use Somebody" dos Kings Of Leon.
Eu escutei essa música em uma festa de uma amiga, uma amiga que eu era bem afim, quase ou talvez apaixonado, mas a letra não tem nada ver com ela. O que fudeu mesmo foi o DJ ter tocado várias vezes. Logo eu percebi que aquilo era um remix, e mal pude esperar para baixar a versão original, que é sem duvidas muito melhor!



O vocal canta bem demais, cara!, mesmo sendo meio rouco. A música é perfeita em todos os detalhes. O ruim é que é curta, e tem também a composição, que não faz muito sentido, mas isso não importa mais, porque eu sozinho cheguei a conclusão de que o cara ta cantando pra uma prostituta que ele estava gamado, saka: “...Você sabe que eu poderia usar alguém... alguém como você. Pela noite, enquanto você vive, eu estou dormindo...”. Faz todo sentido, não?!


Bem, eu fico por aqui com mais um post inútil – talvez.
E como dizem “Mi casa, su casa”, eu digo: “Mi gosto, tu gosto” \o_ {ãn? –q}

domingo, 6 de junho de 2010

dια 06 ▫ ExpoIzar

Domingão em Mongaguá!
Eu e o Rodrigues decidimos ficar mexendo no computador, vendo umas fotos, desenhando...
Até que eu resolvi tomar um rumo na minha vida: virar artista.

Desde a infância eu desenho coisas... Desenhava Superheróis, Dragonball, Mulheres vestidas nuas, e até mesmo criava alguns personagens. Um que ficou bem marcado e fez bastante sucesso (nem) na época, foi o Dr. Rosnão, como algumas pessoas me chamam de vez em quando; nome que usei como senha de perfis que tinha pela internet por uns bons anos.

Hoje, em apenas um dia, dediquei boa parte do meu tempo para exercitar um pouco dos meus dotes artísticos, e vou postar minhas obras aqui, como uma espécie de galeria virtual para vocês apreciarem:




HAUSUHASUHASUHASUHASHUASUHASUHSAUHASHUAS. Nem ri ¬¬'

quinta-feira, 27 de maio de 2010

dια 27 ▫ Não leia. Falo sério.

Cara, hoje foi um dia um tanto estranho G_G

Tudo começou quando eu tava muito apertado, segurando uns quatro dias, entupidaço pra ir ao banheiro e, quando tava lá mandando o barro, entrou uma garota, enfiou a cabeça e as mãos por baixo da porta da 'cabine [?]' que eu estava e puxou o meu gurizinho.
Acho que isso foi a coisa mais bizarra que aconteceu em toda a minha vida O_O*!
Mentira, isso não aconteceu; tive que inventar alguma coisa pra deixar você entretido e interessado pelo post.

Mas na real, houveram umas conversas um tanto estranhas onde eu trabalho.
Começou com uma guria, conhecida do meu pai, que apontando para cintura disse que a mãe dela quebrou a bacia. Meu pai não perdeu a oportunidade e foi tirar mó sarro da menina, mas, no entanto, ele não foi tão contente, e soltou a seguinte frase: “Onde fica a bacia? (sarcasmo) A bacia não é aí! 'kk. A bacia são as nadegas!” e eu só de longe ouvindo a conversa: “Õ__ò?”.
Não agüentei ficar calado e disse: "A bacia não são as nadegas! A nadega é a banda da sua bunda". :S
Mais tarde veio a minha irmã falando pra minha mãe: "Nossa, trocar fralda de menina é difícil mesmo!" e a velha, sem escrúpulos: "É mesmo! Ainda mais quando suja a periquita toda de cocô e dá mó trabalho. Tem que abrir pra limpar". E dessa vez a minha reação foi só um pouco diferente: "O____________O!?!?! FUUUUUUUU :OOO". Caralho, mas o que eu tinha feito pra ouvir uma merda dessas? Mas ainda sim, me veio na hora uma idéia mais estúpida ainda de fazer a seguinte pergunta pra mina que trabalha comigo: "Ô 'Fulana', quando você faz cocô tem que abrir lá pra limpar?" 'HUAHUAEHOIHIOAEHIOAE.

Ta legal, esse é um dos meus textos que não deveriam ser publicados ¬¬'.
Desculpem =/

sábado, 22 de maio de 2010

dια 22 ▫ Crescer

Eu e minha querida amiga Vivian Becker brincando de filosofar.
E pior saiu um resultado legal - ou não:


Vivian diz (17:09):
mas eu sou mó boba ainda, tenho que crescer mais, rs -q
' Raul Izar - 8,5 na tabela de bonitisse ;D diz (17:12):
a sede de crescer é o remédio que o torna
' Raul Izar - 8,5 na tabela de bonitisse ;D diz (17:12):
UIAAAAAAAAA criei uma frase maneira
' Raul Izar - 8,5 na tabela de bonitisse ;D diz (17:12):
vai pro blog essa ***
Vivian diz (17:12):
ham
Vivian diz (17:12):
eu n entendi nd JM
' Raul Izar - 8,5 na tabela de bonitisse ;D diz (17:18):
o que eu quis dizer com a frase foi: que só com o desejo de crescer que isso irá acontecer



'HAIOHIOEAHIOEAIHOAE não tentem entender xD

quinta-feira, 6 de maio de 2010

dια 06 ▫ Minha fogosa ex-namorada

Minha ex-namorada era um horror; a garota mais trabunco da facul.
Sempre me perguntavam porque um cara tão bonito como eu namorava alguém como ela.
Dinheiro? Não... Ficaria feio se eu dissesse o verdadeiro motivo. Mais pra frente irei contar. Mas lhe garanto que não era beleza interior.

Nos conhecemos em uma festa, e eu estava pra lá de bêbado. Nunca estive tão bêbado em toda a minha vida – deu pra compreender um dos motivos.
Quando a olhei, estava sem meus óculos, e o efeito do álcool me fez só reparar nas curvas do corpo dela.
Já estava passando mal, caído em uma poltrona, quando ela chegou em mim, subindo pelo meu corpo em direção à minha boca.
Do beijo eu não lembro bem, estava mais preocupado com o lugar em que a minha mão se encontrava.

Quando saíamos para eventos sociais, minha acompanhante sempre me dava vergonha, mas me consolava olhar para o seu vestido e prever a transa que teríamos, todas as noites.
Nunca fixava muito a face dela, acho que pra não perder o tesão.
Todo dia eu perguntava pro meu santo-querido Deus porque diabos ele aprontou isso com a pobre coitada. Um corpo tão perfeito, nos mínimos detalhes, e uma cabeça que nem cirurgia plástica ou softwares de manipulação de imagens conseguiriam dar um jeito.

Aqueles mais atentos já mataram a charada.
Ela fazia sexo como ninguém sabe fazer.
Abaixo do pescoço era tudo de mais divino que qualquer mulher poderia me oferecer.

Hoje não estou mais com ela.
Ainda me pergunto se era uma relação apenas carnal; extrema luxúria.
Talvez eu fosse meio que 'ninfomaníaco', mas hoje eu sei que estou melhor sem ela.
Agora tenho que confessar: sinto falta daqueles fartos seios com aqueles enormes mamilos rosados!


Escrito: 06/05/2010 15h50m - Digitalizado e Retocado: 07/05/2010 21h27m - Postado: 07/05/2010 23h42

dια 06 ▫ Pra relembrar quando era apenas um diário

 Hoje na escola passei o dia inteiro sem fazer porra nenhuma – novidade –; e como em toda aula de matemática nem chego perto de me interessar em aprender, mais uma vez pensei em escrever alguma coisa, só que tinha um problema: estava sem inspiração.
 Olhei pra uma garota da minha sala, que me lembro dela na época que era da terceira série, pois eu e meu amigo Ricardo ficávamos falando que ela era uma “menina que parecia menino, que parecia menina que parecia um menino”, ou seja, uma coisa meio indefinida. E o que não mudou com o tempo, é que a mina continua muito estranha, e o pior é que as vezes eu infelizmente reparo que ela me da umas olhadas, e de vez em quando eu checo pra ver se ainda faz isso, só pra saber se continuo gostoso e tal... Numa dessas, veio uma idéia na minha cabeça, começando com tal pensamento: “E se ela pedisse pra ficar comigo? Ela tem um corpo legal, mó quadril bonito, e um poposão apalpável, mas só que é muito feia, e eu não fico com garotas feias! Gordinha tudo bem, mas feia não, é sacanagem...”. A minha abençoada mente de escritor começou a martelar e não sei broxólas porque, me veio pronto um conto sobre um cara da faculdade, que namorava uma garota muito horrível, só porque ela era gostosa e boa de cama; e então comecei na sala de aula mesmo a escrever isso em uma folha.
Agora terminado, aí vai o link: http://raulizar.blogspot.com/2010/05/06.html

 Quando bateu o sinal de saída da escola, me encontrei com o Leonardo e o Arthur, e fomos andando até a feira, onde ficamos dando uma olhada nos filmes pornô, mas só que eu fiquei mais interessado mesmo foi pelo cheiro do pastel que tava vindo de uma barraquinha perto dali. Dei a idéia de irmos comprar um, porque foi instantâneo, fiquei seco de vontade, pensei até que tava grávido, e pra minha surpresa eles concordaram. O Arthur foi em sua casa pegar dinheiro, e eu fui com o Leonardo na dele pra ver se tinha, e o coitado foi todo feliz no cofrinho ('haha) contar as moedas, só que não havia nem um real furado: “Pow, não tenho dinheiro não :/. Mas vamo lá que eu vou contigo comprar o pastel”.
 Já tava saindo quando a faxineira dele pediu pra eu arrumar um discador pra internet ilimitada que ela tinha colocado na casa dela. Eu concordei e enquanto fazia isso, a mãe do Leonardo e do Guilherme os chamou para almoçar. Os dois ficaram insistindo por horas pra ver se eu queria, e eu mesmo morrendo de fome, disse que não. A mãe dele também tentou, perguntando se eu tava com vergonha, e ainda respondi que era “feio ficar comendo na casa dos outros, dando despesa...” mas o Guilherme acabou me ferrando, lembrando das vezes que eu ia lá todo domingo só pra almoçar, e sempre tinha macarrão com frango assado, e como eu não sabia manusear o garfo com a faca, tinha de pegar o bixo com a mão. Fiquei com mó vergonha e falei: “Ah, é que nessa época eu era cara de pau...” mas nem adiantou ficar negando, quando menos esperava chegou o Leonardo com o prato pronto pra mim: “Agora já era, vai ter que aceitar!” então parei de fazer cu doce e peguei de uma vez, antes que a minha barriga começasse a roncar ou a baba cair ao ver eles matando a fome.
 E depois de bater o rango 'kkk, ficamos lá assistindo Hanna Montana -q, até eles conseguirem ligar um amplificador que pegaram emprestado pra tocar guitarra. Ainda ajudei a consertar mais uma vez algo na casa dele; dessa vez foi a WebCam, que tava sem o driver instalado. Tentamos umas tentativas inúteis de tirar fotos cada um com um instrumento, eu com o Violão – como se soubesse tocar –, o Leonardo com o Baixo – que tinha acabado de comprar e queimar o amplificador que veio junto –, e o Guilherme com a Guitarra – que estava desafinada –; uma banda muito bizarra, que eles já me chamaram pra fazer parte, mas como eu sou um bosta e não sei fazer nada, tive de recusar.

 Fui embora e andei até a pista pra pegar o ônibus na Kennedy, e quando desci a passarela vi um velho futucando umas sacolas, bem num lugar em que deixam umas oferendas pro Exu, daí logo pensei: “Essa porra ae deve ta fazendo trabalho! Vou chega-lhe dando uma voadora”. E já estava pronto pra dar uma bicuda no cara (brinks), quando ele virou pra mim e deu algo na minha mão, e eu achando que eram panfletos, aceitei.
 Segui meu rumo e enquanto andava fui ver a tal coisa, e percebi que era duas carteiras de identidades, um CIC (CPF) e um cartão da Osan – medo G_G. Aquilo quase concluiu a minha tese de macumba, até eu reparar na data: “20/01/1927”. CARACAS! Certamente era algum tipo de magia-negra; algo bem das trevas; dark total! Fiquei com medo dessa porra de adorador do demônio e pensei em atacar longe, mas não teria graça se não escaneasse pra por aqui:



 Chegando no ônibus dei de cara com uma mina muito gata sentada no fundão, que tive de esperar descer pra poder secar outra, em frente ela, que tinha um cabelo muito foda, e era a única coisa que eu tinha reparado, até descer meus olhos pro traseiro dela... CARA!, a mina tava com um shortinhos da escola, todo enfincado na bunda!, o que me fez na hora desviar o olhar, antes que acontecesse alguma 'reação natural' do meu corpo muito masculino me causando um constrangimento publico.
 Fiquei em pé no busão e reparei em uma mulher, aparentemente com uns 40 anos, sentada bem do meu lado dando uns tics nervosos e se estrebuchando toda; e era um assento duplo, mas mesmo assim eu não sentei do lado dela. Eu fico com medo quando vejo essas coisas... não que eu seja preconceituoso nem nada, mas sei lá!... e olha que nem é a primeira vez que eu pego ônibus com doido. Uma vez eu tava indo pro Shopping da minha cidade, e entrou um cara no ônibus gritando coisas em inglês, e depois ficou parado com as mãos nas coxas falando: “Jesus. Jesus Cristo! Jeova, meu pai!” – e ainda tem gente que não entende porque eu não gosto de crente...
 Passou um tempinho, a mulher se levantou pra sentar em outro lugar, e eu aproveitei pra ficar no assento à frente ao que ela estava antes, quando sentou um velho bem atrás de mim, e começou a me cutucar. Olhei pra trás, e ele perguntou: “Esse casaco é seu?” e eu disse que não; então o velho ficou de pé indo de assento em assento perguntando pra todo mundo: “De quem é esse agasalho? É seu? É do senhor?...” e eis que surge uma voz lá do meio do ônibus: “É MEU! É MEU!”. Era a mesma mulher doida, se estrebuchando da mesma forma.
 Depois de alguns minutos, tirei o caderno da mochila e comecei a escrever parte deste texto que você está lendo agora -q e o senhor, já atrás de mim novamente, começou a cantar, em voz alta. Dei uma olhada por cima do ombro, e reparei que o tiozinho tava com um papel na mão, como se tivesse decorando a música, mas sem perceber que estava incomodando todo mundo – ou pelo menos ME incomodando.
 Pra minha sorte, a canção não durou muito, mas minha alegria só se manteve até o momento em que outro velho, sentado à minha esquerda, começou a assobiar do nada. PUTA QUE PARIU! Estava começando a pensar que tinha entrado em um daqueles ônibus ‘especiais’, sabe? que só transporta gente com deficiência mental e tal...
 Tirei um cochilo rápido, só que segundos depois acordei com o 'desbarulho' do ônibus parando no ponto final, agora mais atento e já num salto; e dessa vez as pessoas ainda estavam se levantando das poltronas, mas o motorista, talvez retardado também, ligou o ônibus do nada e deu uma arrancada pra frente. Acostumado a já andar de ônibus me segurei, só que a mulher doida – que ainda continuava na bumba – não deve ter respondido rápido, e saiu voando e batendo com a cabeça no banco. Eu arregalei os olhos e pensei: “Caralho O_O!”. Por um lado deu pena, ao mesmo tempo em que fiquei dando risada por dentro, mas não consegui parar de pensar o quê uma pessoa daquela, desprovida de sanidade, fazia sozinha vagando de uma cidade pra outra (Praia Grande à Mongaguá).

 Peguei outro ônibus e fui direito pro meu serviço, e chegando lá estava uma muvuca desgraçada, e como não atendo o balcão – pois só trabalho no computador e quebrando alguns galhos – fiquei do lado de fora, escrevendo em meu caderno parte desse texto que você está lendo -q², e quando voltei lá pra dentro, já me falaram: “Já que você não ta fazendo nada mesmo, vai lá buscar as Marmitéx”. Então fui andando até um restaurante novo que abriu na cidade, aproveitando pra fazer uma propaganda, sem cobrar mesmo: Churrascaria Du Léo.
 Chegando lá, veio um cara todo felizão pra me atender, e eu pensei: “Porra, será que eu conheço esse cara?”, porque o maluco veio me saudando como se fossemos íntimos, ou sei lá, mas eu preferi botar na cabeça que era apenas um bom atendimento, até que o cara mostrou um jeitinho meio estranho, e após anotar meu pedido, falou prum outro: “Duas marmitex, daí”. Falei pra mim mesmo: “PUTZ!”, e fiquei pensando se era mesmo verdade esse papo que todo mundo fala de gaúcho ser veado, mas sei lá... talvez seja um jeito meio que afeminado, igual aos Russos, que se cumprimentam com um selinho na boca... Só espero que ninguém me lixe, venha pra cima de mim com algum facão ou tente me afogar no chimarrão.

 Depois disso tudo foi um dia bem puxado: trabalhei até dez horas da noite, fazendo coisas realmente importantes; e apesar de ser meio vagabundo, eu gosto de ser útil de vez em quando, me da uma sensação de que eu sirvo pra algo nesta vida, que beneficie outras pessoas, e não só a mim mesmo, como as coisas que eu gosto de fazer e queria ganhar dinheiro pra isso, como assistir filmes, escrever coisas idiotas...
 Quando estou na empresa do meu pai e da minha irmã, as vezes, de vez enquando, raramente... eu penso em trabalhar sério mesmo; tipo montar algo meu um dia; poderia ser com fotografia mesmo, talvez eu saberia levar, porque mesmo não parecendo, eu tenho um pouco de experiência, mas enfim, só espero que ninguém da minha família leia isto, porque eles não botariam fé nas minhas palavras.


Isso aqui já ta parecendo aqueles desabafos, e sinceramente, é muito chato de se ler 'huash.
Acho que o texto ta ficando grande... e ninguém deve ta lendo isso aqui. Consegui chegar em 1.900 palavras escritas. Talvez um recorde.
Todo bom escritor sabe o momento bom pra parar, e acho que deve ser agora. Só nunca sei como terminar o texto. Pois é... nunca sei disso.

Quanto aqueles documentos:
Tava com medo de ser algum ritual de incorporação, ressurreição, ou algo do tipo, que ao ser entregue na minha mão, usaria meu corpo como hospedeiro. Os queimei logo quando cheguei em casa, antes de começar a acontecer alguma coisa estranha comigo.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

dια 03 ▫ Novamente te dou “Adeus”

Há um bom tempo eu não sentia isso. Dois anos, aproximadamente.
Agora lembrei porquê fui embora.

Meu destino não é ao seu lado. Eu não nasci pra te amar.
Infelizmente eu te amo. E esse amor nunca terá fim.

Adeus, meu doce anjo da guarda. ♥
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