quinta-feira, 20 de outubro de 2011

terça-feira, 18 de outubro de 2011

dια 18 ▫ Disquetes, PenDrivers e CDs Regraváveis

Hoje de manhã, resolvi uma pendência.
Algo que estava causando problemas grandiosos em minha vida, a dificultando de uma maneira inexplicável.


Vocês se lembram do Disquete? Você que nasceu de 95 pra cá, e não faz idéia do que estou falando, vou desenhar:
O disquete – ou Diskette – foi criado com intuito de transportar arquivos de um computador para o outro. Diferente de um CD-R, era-se possível apagar estes arquivos. A única lástima, era que os disquetes tinham um limite de capacidade de apenas 1,44MB.
No início do século XXI, o que estava em alta, eram as Mídias Regraváveis, com uma capacidade de gravação consideravelmente alta, de 700MB (CDs-RW), à 4GB (DVDs-RW). Mas não muito tempo depois, novas tecnologias foram surgindo, como os extintos Aparelhos-MP3.
Deve-se ao o comercio de produtos genéricos a extinção dos MP3. 99% destes deixaram de funcionar, servindo apenas para armazenamento de dados – e foi assim que os dispositivos PenDrive foram popularizados.
Basicamente, o PenDriver é o substituto do Disquete. Com limites que variam de 1 à 16GB, tornou-se a maneira mais fácil e ágil de mover dados – como imagens, músicas, vírus e até mesmo filmes – de micro à micro.

Uma das marcas mais conhecidas mundialmente e campeã de vendas destes pequenos, é a Kingston.
Meu primeiro PenDriver, por exemplo, foi da Kingston. Daquele modelo "canivete", preto, com uma cordinha azul, que parte foi arrancada e levada pela minha ex-namorada – o que não convém nem um pouco ao assunto. Primeiro este, que durou, de 2009 até o começo deste ano.
Mas, é do meu segundo pendriver que vim hoje aqui falar.

Em uma das eventuais idas do meu pai à São Paulo (capital), foram comprados – por motivos de necessidade – uns 5 destes azulzinhos.




Com 4GB cada, e uma barganha de R$19,90, não pude resistir, e claro, me apoderei de um.

Devido a este maravilhoso atacado, ganhei junto com o pendriver um problema: toda vez que o conectava em um dos computadores da Tricolor Foto e Vídeo, não sabia distingui-lo dos outros. Porém, não fora tão difícil arrumar uma solução. Usei de outro problema meu, para resolver os dois.
Há uns tempos atrás, ganhei um dos presentes mais legais da minha vida: uma cartela com 6 adesivos do Superman do Rodrigo Ramos. Colei dois na janela do meu quarto, outros dois na minha caixa de discos, um joguei fora porque era muito feio, e outro que sobrou, guardei para o momento certo – e este, foi o momento certo:




Tentei colocá-lo na parte azul, mas quando girava o metal para usar o pendriver, ele ficava todo torto. Bem, quem é sagaz – ou nerd – entendeu qual era a minha falha intenção.


E foi assim que resolvi, este problema que tanto importunava, fazendo-me toda hora ter de abrir meu pendriver no computador antes de poder guardá-lo no bolso e levá-lo pra casa.

Espero que tenham aprendido com o post de hoje, turminha. Conhecimento é tudo nesta vida.
E lembrem-se: “Um comentário a menos nunca é demais. Demais mesmo são vários. Então comentem aí”.


sexta-feira, 14 de outubro de 2011

dια 14 ▫ Tão Apressadinho

Fazendo um esforço para redigir mais um de meus textos inúteis, vim aqui para lhes mostrar como um homem pode chegar a um estado de satisfação altíssimo, e se sentir um lixo em apenas 2 minutos depois.


Foi assim:
Estava eu, indo embora da Tricolor Foto e Vídeo, e como um bom cavalheiro, ajudei as moças (minha irmã e minha mãe) a levarem as coisas até o carro. Nesse meio tempo, acabei "perdendo" o ônibus, que passou correndo dobrando a esquina.
Rapidamente me despedi delas duas, e fui correndo (muito) entre as ruas do Centro de Mongaguá, cortando caminho, para conseguir pegá-lo na outra avenida.

No meio do trajeto, ouvi o barulho do ônibus. Acelerei o passo, e quando cheguei lá, ele já estava saindo. Me joguei na frente dele, e comecei a acenar, feito um problemático; e então o motorista abriu a porta.
Foi aí que eu me senti foda.

Entrei no ônibus, e paguei a passagem com o meu único vale-transporte. Lá dentro, vi a mãe de uma das garotas que trabalham comigo, e por um instante não dei importância. Demorou algumas frações de segundos para meu cérebro lembrar, que a coroa morava num bairro, razoavelmente longe do destino em que eu pretendia chegar. Então perguntei ao motorista: “Esse ônibus vai pro Regina Maria?”, e ele respondeu: “Não, Jussara”.
E foi aí que a minha auto-estima foi de 190, à -8.


Resultado:
Tive que ir até o Jussara, descer na entrada do bairro, e andar até onde eu queria ir.
Tudo bem; apenas mais uma caminhada para o meu histórico. E andar faz bem pra saúde. Além de que, já fiz esse trajeto outras vezes.
O problema é que, teria sido desnecessário, se eu não fosse tão apressadinho.

terça-feira, 11 de outubro de 2011

dια 11 ▫ E Um Minuto

Sabe... há tempos não escrevo nada novo. Pelo menos nada que seja realmente considerado uma postagem, como as das antigas.
Estava (estou) desanimado, e talvez até tenha perdido o amor pela escrita.
Mas hoje, aconteceu uma daquelas coisas sobrenaturais que sempre ocorrem comigo. Uma nova, à propósito.

Como todos vocês já sabem, minha vida sofreu mudanças radicais – e significativas. Na verdade, ninguém que lê (alguém lê?) isso aqui sabe; pretendo um dia contá-las em um texto paralelo – pretensão eu tenho (e muita); só falta a vergonha na cara.
O que posso adiantar, para ajudá-los a entender melhor, é que fui promovido. Trabalho há anos em uma empresa de fotografia (Tricolor Foto e Vídeo, passem lá), e só este ano fui aprender a fotografar – com uma câmera profissional, em configurações manuais.
Como membro da Família Izar – os fundadores da empresa citada na tabulação acima –, recebi o importante cargo de sócio, e fotógrafo, ganhando tal número em porcentagem dos lucros, o qual não lhes convém; em uma "segunda loja", onde só tiro fotos para documentos, como 2x2, 3x4, e 5x7 – e é aí que está o nosso propósito de hoje, moçadinha.

As 9h chego aqui, em meu novo local de trabalho, onde estou vôs nôs lhos escrevendo agora; e meu primeiro cliente do dia (José), foi as 10 horas e 1 minutos – guardem este número.
Tudo bem. Estamos em nosso segundo mês de funcionamento, não se pode esperar que o vinho seja sempre servido junto ao pão.
Então fui dar uma passeada, e voltei. Deu um tempo, e apareceu meu (minha) segundo (gunda) cliente: uma senhora já idosa – "Elenir", o nome dela. Bati a foto, e como a do homem acima, descarreguei, e após imprimi-la, cortá-la, e entregá-la, a organizei no computador. Ao fazer isto, veio o espanto – por enquanto, "a coincidência": a foto tinha sido tirada – EXATAMENTE – as 11 horas e 1 minuto; EXATAMENTE 1 hora exata depois.
OK. Quando eu digo que esse tipo de coisa acontece comigo, a maioria das pessoas não acreditam; e as que acreditam, insistem em chamar de coincidência. Se você for o segundo tipo de ser-humano, "incrédulo", aguarde; se for do primeiro tipo, feche a página e, por favor, não volte mais a este blog – se é que já não fez isso.
Mais uma vez fui andar – mentira; eu não sou tão vagabundo e nem tão desocupado quando transpareço. Fiquei sentado aqui, limpando um computador que tinha parado de funcionar, até aparecer meu terceiro cliente. Ele falou que queria tirar as fotos para o novo documento de identidade; então as garotas me apontaram para ele, que perguntou: “O garoto que tá com a memória (do computador) na mão?”. E então fotografei o homem (André), e em seguida, o pior aconteceu. Descarreguei a foto, e outra vez, me espantei ao ver o horário salvo no arquivo: 12 horas, e, 1 minuto.

Pense o que quiser, mas eu, nem ouso em acreditar que isso é coincidência. Realmente fico com medo quando esse tipo de coisa acontece comigo.
Se na quarta pessoa fotografada isso se repetisse, poderia até considerar um problema na câmera; mas não, o resultado foi diferente.
E infelizmente não tenho outra maneira de provar, senão com imagens do arquivo. Deixo ao critério de vocês acreditarem, ou não.


(Clique para ampliar)

segunda-feira, 3 de outubro de 2011