quarta-feira, 12 de agosto de 2009

dια 12 ▫ Analise de Parágrafos

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1# Inicio da poesia.
Idéia atual e incerta + pensamento positivo, que resulta no decorrer do texto.

Estou cego de amor. Embora ela esteja comprometida e talvez não goste mais de mim, eu ainda tenho esperança de que um dia possamos ficar juntos.
Não é certo viver o incerto. Ilusão não é bom para ninguém.
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2# Mensagem direcionada à 'fonte-de-inspiração/alvo' e ao leitor.
O tempo passou mas as coisas continuaram iguais.

Oito meses se passaram, oito meses em que ficamos afastados.
Eu a procurei, não pensando em voltar... apenas estabelecer contato.
Mas o pouco que conversamos fez reacender a chama daquela paixão.
Os sentimentos positivos que eu sentia em relação a ela ainda são os mesmos e os negativos tende a desaparecer.
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3# Escritor confuso e com medo.

Embora ainda tenha vontade, o melhor a fazer é desencanar.
Há uma certa crendice de que os dois foram feitos um para o outro, por conta da química e das coincidências, mas independente disso ser ou não magicamente real, as coisas mudaram.
Mesmo com o caminho livre, eu já não sei se é isso mesmo o que eu realmente quero.
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4# Contras do Amor – Sentindo-se idiota por amar sem vontade.

O amor te traz felicidade, carinho e prazer, mas como tudo, tem os contras: sofrimento, dor, raiva e etc.
Uma das piores coisas de amar, é amar sem vontade e se sentir um imbecil por conta disso. Fazer o que? não tenho culpa!
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5# Concordando com o Primeiro Parágrafo (1#) – Amor Sanfona (vai e volta).

Eu estou sentindo que a vida passa e que talvez não possamos nos unir, mas a cada vez que penso isso eu a amo cada vez mais, e não faço de propósito!
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6# Chegando à conclusão final – Texto em sintonia (resposta) com "A Fraqueza do Homem".

Em outro texto meu eu achava que a única solução era viver te amando, independente se fosse ou não acabar ao teu lado, mas agora, de algum modo eu percebi que também tenho a opção de viver sem pensar no que o futuro aguarda para nós dois.

Mesmo querendo me fazer de forte, ainda sim o texto acaba com um certo anseio.
Quando escrevi que ia seguir o destino, escrevi pensando na possibilidade de que ele reservaria algo para ambos.

Acho que não vou deixar de ser aquele profundo apaixonado esperançoso.
Eu quero e espero estar errado.
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Acabo por aqui, e ainda acho que ninguém vai entender nada. 'kkk

dια 12 ▫ Entendendo a Poesia

Uma das coisas mais interessantes na poesia é que você lê e relê e fica sem entender patafinas.
Em alguns casos você só entende quando o texto traz emoções e fatos que batem com os seus, ou seja, quando você se identifica.

Admiro as poesias fáceis, aquelas escritas para que todos entendam; mas quando você está por trás, quando você banca o poeta... ah, aí você entende a cabeça do autor.
Sua intenção é apenas de expressar teus mais íntimos sentimentos, não de fazê-los compreensíveis; mas mesmo assim a vontade de compartilhar suas belas palavras supera a vergonha – eu, pelo contrario, não temo.

Não entendo nada sobre poesia, somente o essencial: poetizar é expressar aquilo que você sente.
Mas se tem uma coisa que eu pude reparar com o pouco de experiência, é que não adianta escrever para ganhar publico, tentar causar impacto ou emoção, ou até mesmo se vender.
A poesia sai por naturalidade, e não por necessidade.

Agora chega de falar e falar, ou melhor: escrever e escrever.
Fiz uma espécie de explicação, para que todos possam entender a cabeça do autor – nesse caso, eu.
Sei que futuramente isso vai servir para mim também, que irei ler esse texto um tanto abstrato sem entender direito qual tinha sido a minha intenção.

http://raulizar.blogspot.com/2009/08/12c.html
© Raul Izar

Criado: 12/08/2009 23h50m - Revisado: 17/08/2009 14h12m - Postado: 15/11/2009

dια 12 ▫ Ao acaso do Destino

Hoje eu finalmente cheguei à conclusão de que não posso te amar pra sempre.
Mesmo sabendo das atuais circunstâncias eu ainda tinha esperanças,
mas já vi que o correto a fazer não é continuar batendo na mesma tecla.

Toda aquela conectividade que tínhamos... a admiração que eu sinto por você, os sentimentos... nada mudou.
Parece que tudo aumentou agora que voltamos a nos falar.
Mas eu prefiro acreditar que não é amor, embora eu saiba que é.

Eu ainda tenho fé, mas eu quero me livrar dela!
O Universo conspira ao nosso favor, pode ser que o destino faça o mesmo,
mas até lá eu já não sei qual vai ser a minha escolha – se agora eu tenho duvidas...

De todas as façanhas e negatividades que o amor nos traz,
tem uma que é a mais ridícula: amor platônico.
Você se sente um idiota por sentir e, por mais que queira, não consegue se livrar dele.

É... à cada dia que se passa eu vou sentindo que não posso te amar pra sempre.
Amor estúpido!
Eu penso que não é real, passageiro, mas a cada dois meses ele volta pra me consumir.

A escolha agora não é mais ‘viver te amando a cada dia sabendo que nada irá acontecer’.
Diria que agora é hora de viver pra esquecer esse amor, mas ainda sim há um vínculo.
Portanto: agora é hora de viver minha vida sem pensar na nossa antiga ou futura paixão.
Vou ser imprevisível e o que o destino colocar em meu caminho será a minha escolha.

© Raul Izar

Criado: 12/08/2009 22h37m - Revisado: 17/08/2009 13h20m - Postado: 29/10/2009 01h11m