sexta-feira, 27 de agosto de 2010

dια 27 ▫ Alice's Adventures In Wonderland

Terminei de ler Alice no País das Maravilhas, e foi curioso, pois quando acabei a última página, caí no sono. Agora vocês não vão adivinhar com o que eu sonhei!
Com e escola :B :/

Vou ser bem sincero: não sei se foi por causa do Johnny Depp na adaptação do Tim Burton, mas as cenas que eu mais achei melhores, engraçadas, emocionantes e bem boladas do livro, foram as que apareceram o Chapeleiro.

Como homenagem ao personagem, tirei uma foto minha de Chapeleiro e, bem...
como não tenho a roupa e nem dinheiro para comprá-la... Photoshop neles!

Ps: Desculpe, mas eu fiquei com preguiça de fazer a montagem.

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

dια 26 ▫ A Vida não é uma dádiva apenas dos Humanos

 Zambuletando pela casa, fui até os fundos fazer alguma coisa que já não me lembro – perca de memória à curto prazo xD –, e vi as plantas da minha mãe jogadas lá atrás, umas 10 plantas (todas da mesma espécie) que ela diz amar, mas nem rega o bagulho, que ainda não sei como vivem há mais de 10 anos – falo isso pois me lembro delas desde a infância.

 Algo ali naquelas plantas mexeu comigo. Eu sempre as odiei, primeiro por serem feias, e segundo pelo fato de a minha mãe ter várias (iguais) e nunca nem se quer ter botado água em nenhuma. Mas naquele momento em que estava removendo as folhas ressecadas do chão, encontrei uma particularmente muito bonita. Eu nunca tinha visto algo de especial naquela planta, até ver aquela folha de outono.


 Claro, eu sempre vi o valor das árvores e flores, e nerd que sou entendo a vida que ali contém, assim como os animais. Quando eu era criança, ouvi em algum lugar, na escola ou na igreja, uma frase que até hoje o sangue me sobe à cabeça quando me lembro: “Os cães não têm alma, por isso eles não vão para céu”. Nossa, quiseram destruir meus sonhos de que quando morresse, encontraria com meus cachorros lá em cima – se um dia eu for lá pra cima xD. Pra mim, um cachorro tem mais alma do que muito "amigo" meu. Com exceção de Resident Evil, eu nunca vi um cachorro matar e esquartejar alguém – não contam os cachorros do Bruninho.
 Se o cão é agressivo, é por conta da maneira que o dono cuida. Por exemplo, meu cunhado, que enche o dele de paulada, e diz que cachorro é pra cuidar da casa. PORRA! Se quer alguém pra cuidar da casa, contrata um segurança, instala uma cerca elétrica, ou compra uma arma e reza pra Deus te dar sorte quando chegar a hora de você ser roubado – ou melhor, tenha fé, que ninguém irá roubar. Esse papo ae de “eu alimento o cachorro, dou um teto pra ele e o mínimo que pode fazer é vigiar a casa pra mim”. Ah, o caralho! PRA MIM, o cão é membro da família, é amigo, melhor amigo. Se você acha o contrário, comesse pensando um pouco melhor e não dê um nome à ele.

“As únicas criaturas evoluídas o bastante para sentir o amor, são os cachorros e as crianças”.
Johnny Depp

Agora voltando ao papo da planta:
 Esse meu momento limpando o quintal, e sem frescuras de me sujar com a terra ou o mato, fez bem, pois a última vez que eu me lembro de ter tido um contato realmente humano com o meu quintal, foi nas eleições de 2000, 7 anos de idade, que eu tinha ganhado de presente de aniversário um caminhão de brinquedo, e nele eu ficava colocando panfletos de candidatos falando que era um show de campanha [?] – pois é, talvez isso seja um sinal e eu realmente deva ser publicitário.

Então aí vai a dica:
Dê mais atenção para ao ecossistema e pare de ficar pensando em vida extraterrestre, pois a diversidade aqui já é bastante variada e talvez pela banalidade, as pessoas não se dão conta do quanto a criação é interessante. Do mesmo jeito que você ser humano ter nascido é um fato curioso, o mesmo serve para uma planta ou um animal.
E cuide bem do seu cachorro, pois só quando ele se vai que você percebe o quanto poderia ter aproveitado – não precisa ser todo sentimentalista como eu, é só não ter um coração de pedra.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

dια 25 ▫ Mais uma pro mural da esquisitice

Estava passando a limpo aqui o texto "Estilo não é Vestimenta", e por curiosidade fui pesquisar no dicionário quem é o tal de "Carlos Gardel" citado por Raul Seixas na música "Sociedade Alternativa", e – mais uma vez – aconteceu algo bizarro (pra mim):
eu abri o dicionário numa página e o primeiro nome que eu vi foi o de "Thomas Hobbes".
Quem foi Thomas Hobbes? O filosofo lá de Leviatã.
O que é isso? Então, o professor de filosofia tava ensinando HOJE, e por coincidência [?] eu abro o dicionário e a primeira coisa que eu olho foi o nome dele. Muito estranho.
Isso é um sinal. Um sinal de que eu devo prestar mais atenção nas aulas.


Hobbes, Thomas. (1588, Inglaterra-1679). Filosofo: Obras: Leviatã, etc.
Mini Aurélio Século XXI Escolar - 4ª edição - FNDE/PNLD 2002. Pag. 754

dια 25 ▫ Coisas Normais e Nojentas

Este texto que você vai ler me lembra de 2008, quando o post mais engraçado deste blog era aquele em que eu escrevi algo do tipo: “Abri a janela e cuspi uma bola de catarro verde em cima de uma formiga”. Bons tempos. Ainda me lembro como se fosse ontem... Bem, aquilo foi nojento, e não engraçado, mas as pessoas insistiam em dizer que aquele era o meu melhor post, até surgir o do Natal, que escrevi em meados de dezembro de 2009, e também o da mortadela, que pra mim não tinha nada em especial; agora o do Natal sim, que tive um certo trabalho e tive que forçar bastante pra escrever algo que entretesse – é, eu não sou bom com essas coisas 'como o Sali'.
Com base naquele texto, percebi que as pessoas gostam de ler coisas nojentas, ou pelo menos não ligam se lêem. Ta, eu não tô me importando com a opinião alheia, só estava com receio de falar sobre assuntos, digamos, delicados aqui, mas que no final das contas, é uma das coisas mais comuns do mundo – ou não.
O que quero dizer é: se eu falar sobre drogas, racismo, homossexualismo, dizer que faço cocô, que vomitei em mim mesmo quando estava de porre, que acordei de pau-duro certa manhã, ou coisas desse tipo em geral, acabo perdendo a credibilidade, mas se vocês pararem pra pensar, são coisas mais que normais, e todos somos seres humanos e iguais perante a Deus então, eu vou falar sobre o que eu quiser nessa porra e quem não gostar vai tomar no olho do cu – e se comentar xingando vai levar uma resposta pior ainda.


Ontem com todos aqueles meus testes de passar ovos no cabelo, e comer os que não deram certo, derivou em algo um tanto curioso.
Estava tomando banho e aproveitei o momento sem preocupações de melecar a mim ou ao chão, e comecei a assoar o nariz sem dó nem piedade, com tanta força que a minha orelha até chegava a zunar (existe essa palavra?). Comecei a achar estranho o fato de eu assoar, assoar, assoar e assoar mais, e (só mais uma vez xD) assoar, e não parar de sair catarro nunca; mas isso não foi nada grave; fiquei preocupado mesmo foi quando eu comecei a reparar NAS assoadas. O meu catarro tava saindo AMARELO, mas LITERALMENTE AMARELO. Não era branco, nem verde, nem azul ou cor de rosa, era amarelo, e amarelo mostarda ainda.
Na hora eu tive até um certo medo, pois era exatamente da cor da gema do ovo que outrora havia passado na cabeça, e achei meio impossível acontecer algo desse tipo. Já ouvi dizer em cheirar cocaína e descobrirem pelo cabelo, ou quando você bebe coca-cola e sai pelo nariz, mas o negócio entrar no couro-cabeludo e sair pelo naso é realmente ridículo!
Eu comecei a ficar realmente preocupado com isso, mas segundo a minha mãe é um processo natural (ela não falou com estas palavras, eu que tô enchendo a bola da velha), e até quis acreditar nela, ainda desconfiando, mas infelizmente, a coisa piorou. Hoje de tarde, já estava mais uma vez me sentindo incomodado com o maldito catarro pedindo pra sair, e escarrá-lo e cuspi-lo não estava adiantando de nada, então tive que ser corajoso e fui lá na pia e, mesmo com receio, tapei o buraco esquerdo do nariz e soltei tudo pelo direito. Saiu sangue – ou pelo menos eu quero acreditar que seja sangue, porque pela cor parecia ser algo bem pior, e não me pergunte o que, porque em toda minha vida nunca vi nada parecido antes.

Como sempre, pra tudo eu tenho uma teoria própria em que finjo ser realmente o problema para que as coisas sejam mais fáceis: pra mim, esse tanto de catarro que não pára de sair, seja amarelo ou vermelho, é todo o catarro da minha vida que estava guardado dentro de mim, e que agora junto com esta gripe e com os remédios que tomei, deve ter desencadeado algum tipo de reação que liberou essa porra toda.
Mas claro que não da pra viver achando que tudo é mil maravilhas. Também pensei nos contras, as teorias de possíveis coisas ruins que (provavelmente) possam ser isso:
Talvez pela cor amarelada e pela grossura, isto que está sendo expelido de mim são pedaços do meu pulmão; ou o pulmão é mesmo verde? – o pulmão é verde, não é O_o? ou seria branco? só sei que os pulmões de John Constantine são pretos. e só sei também (o que descobri não faz muito tempo) que os pulmões ficam nas costas.
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Talvez seja porque deixei de tomar uma vacina ae com 15 anos de idade.
Mas não descarto a possibilidade de que sejam problemas causados por toda a quantidade de drogas que ingeri ao longo destes anos.
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Um dias destes comecei a cuspir sangue, e ingênuo que sou, mais uma vez inventei uma de minhas teorias, e desta vez pensei (e quase cheguei a acreditar) que era um vampiro – era uma época que todo dia eu tomava suco de uva e meus lábios ficavam roxos e bonitos.

2010 pelo que tudo indica tem sido um final ou inicio de década amaldiçoado.
• Comecei me acidentando NO PRIMEIRO DIA DO ANO tentando subir pela primeira vez na vida em uma prancha de surf com o Rodrigo Ramos num dia chuvoso na praia de frente pra casa do meu pai. Quando TENTEI montar na prancha, ela virou com uma força desgraçada e bateu certeira no meu nariz que de imediato começou a sangrar, e até hoje ainda dói se eu apertar aquele ossinho em cima. Por sorte não quebrou (eu acho).
• Tive a primeira – e acredito que a pior – ressaca da minha vida, junto com uma bebedeira desgraçada que me fez pagar um mico da porra na cidade. Ainda bem que o álcool fez com que não me preocupasse muito; só uns dias depois em que tinha passado em frente a uma barraca e vi um cara que me vendeu uma munhequeira rindo da minha cara.
• Fiquei com uma feia magricela e uma gorda pé no saco por falta de opção, e hoje mais uma vez estou há quase 2 meses sem pegar ninguém. Mas também prometi para mim mesmo nunca mais chegar nem perto de baranga.
• Arrumei briga na escola com uns funkeiros arrombados, e depois tive que ser transferido para o meu antigo colégio para não morrer assassinado.
• Em menos de 300 dias eu já fiquei rouco (se não me engano) 3 vezes, gripado 5, senti estranhas pontadas na barriga, inúmeros momentos depressivos por causa de mulheres e sem contar também aquelas dores de cabeça uns dias atrás.

É, amigos, não adianta ficar criando esperanças... No final das contas, é só a morte chegando.
E como diria Dumbleodore: “Pra quem já viveu o bastante, morrer é apenas o próximo passo”.
E como diria um drogado que vi num filme certa vez: “Viva pouco, mas viva intensamente”.


PS: Acabei de ler o antigo texto do catarro e fico impressionado como eu era ingênuo.
Porém escrevia melhor naquela época. Melhor entre aspas.
Como que pôde o meu vocabulário regredir? Acho que nunca serei um escritor =/

dια 25 ▫ Sem Créditos

Hoje aconteceu uma coisa muito estranha.

Ta, ta, eu sei que sempre que eu falo nos posts sobre coisas estranhas, nunca digo nada realmente estranho de fato, mas hoje aconteceu mesmo.

 Mais cedo recebi um SMS de uma amiga minha, perguntando se eu queria ir pro Hopi Hari [?]. Infelizmente eu não podia responder, pois meu celular já ta sem credito faz uns... Pra falar verdade, eu nem sei se ele já teve credito algum dia.
 Agora pouco, estava na cozinha preparando um Nescau e enquanto mexia a colher no copo, fiquei pensando... "nela"; uma garota, sabe... ou A garota. Enfim. Pensei em telefonar pra ela, porque tô sem internet em casa no momento, e a lanhouse fica longe daqui (a lanhouse barata) e, mesmo assim não adiantaria, pois estou sem dinheiro; ligar então, muito menos, pois como disse, estou sem créditos, e além do meu telefone não fazer interurbano (maldita paixão virtual! e ainda por cima platônica), a minha mãe o tranca no quarto dela – daí o motivo de estar sem internet temporariamente, até fim de semana (pois é, vida de viciado é jogo duro).

Bla bla bla e mais bla bla bla e o que foi que aconteceu de estranho?
Bem, no EXATO momento em que eu estava pensando na idéia de telefonar para essa pessoa, o telefone toca aqui em casa.
E o que é mais sinistro ainda, foi eu ter ido pro meu quarto com o copo de achocolatado na mão pra terminar uma capa de DVD aqui no computador, o telefone parar de tocar e eu receber outro SMS, no mesmo instante em que sento a bunda na cadeira.
O que estava escrito na mensagem?

E pra quem não acredita, aí vai outra foto, com a data do envio e a hora:

Mas não adianta muito postar essa segunda foto, porque eu poderia estar inventando de qualquer jeito, mas se você é leitor deste humilde blog e me conhece, sabe que eu não minto.

Acho que vou usar destes poderes sobrenaturais que eu tenho – e eu nem duvido mais que tenha mesmo – para ver se andando pela rua eu não tropeço em uma máquina digital ou um celular com câmera integrada – ou talvez ganhar num sorteio, pois assim ninguém sai no preju – porque ficar duas horas tentando tirar foto por essa merda de webcam não róla.


Obs:
Quando estava relendo e passando o texto a limpo, o telefone tocou mais uma vez.
Aí fica a duvida: quem será que está ligando?

dια 25 ▫ Malditos Penislongos

Fui no banheiro e vi 3 pernilongos, em fileira, juntos e com a pança cheia de – possivelmente meu – sangue e não pensei duas vezes: aguardei uns segundos e prendi a respiração, olhando atentamente para eles e, com a maior velocidade que pude atingir dei um tapa na porta do box (onde os pernilongos estavam), mas não acertei, porque eles saíram voando um para cada lado.
O pior é que foi uma cena engraçada, pois neste exato momento estou usando uma faixa na cabeça e, não sei por que isso me lembrou Karate Kid – o VERDADEIRO Karate Kid, e não aquele com o pivetinho filho do Will Smith.

E foi bom não ter usado tanta força, porque uns tempos atrás estava tomando banho, e não tinha completado nem duas horas ainda no chuveiro e minha mãe ficou gritando pra mim sair; e gritou, gritou e gritou mais sem parar, e com raiva dei um soco na janela, que é feita do mesmo material que o box, e na mesma hora – ainda me pergunto como – o vidro quebrou em vários pedaços – e de castigo a minha mão ficou sangrando. #NovelaModeOn

Agora, por favor, só não me perguntem o que estou fazendo com isso na testa.

dια 25 ▫ Estilo não é Vestimenta

 Hoje voltando da escola eu vi um amigo da minha mãe parado em uma loja, e o cumprimentei e continuei andando e, nem uma quadra depois ele passou ao meu lado de bicicleta, e falou algo do tipo: "Xablugi", e sem entender porra nenhuma, respondi com um sorriso e resmunguei: "Opa!", mas fiquei encafufado tentando decifrar o que ele tinha dito, e percebi que era: "Ta com frio, véio?".
 Eu não entendo! Só porque estava de camisa, aquela nova xadrez de flanela, que nem era um casaco, o cara veio falar isso. Como disse o Leonardo: eu, ele e o Wesley somos os estranhos da escola, que andam com tudo coberto; seja por uma jaqueta de frio ou uma touca na cabeça, e tudo sempre na cor preta – pelo menos na maioria das vezes pra mim, e pro Leonardo.
 Mas mesmo estando de touca, camisa ou casaco em um dia calorento – pois ao chegar em casa e tirar a touca o suor escorreu pela minha testa –, não é um motivo para se contestar.
 As pessoas de hoje em dia, ou de sempre, que seja: "as pessoas", estão acostumadas com o mundo de uma maneira bacaba e imbecil, e gostam de manter certos padrões que deveriam ser cumpridos de forma exata como se fosse uma regra. E se eu quiser entrar de calças na piscina? Ou sair com a minha tanga de oncinha em um dia que estiver nevando? – isso é, se nevasse aqui, pois como disse uma vez: os nossos presidentes não se preocuparam em comprar neve para o nosso país.

Frio: Touca ou gorro, casaco, cachecol e calça (calçaS dependendo da gravidade deste frio).
Calor: Bermuda, regata e bonézinho pra tapar o sol.
NÃO! Chega desses padrões de merda! Como diria minha melhor amiga: Foda-se o sistema!

 Em uma daquelas vezes em que fui com o Rodrigo dar umas voltas a noite no Centro de Mongaguá, andando na ponte da avenida da praia um funkeiro (só podia ser funkeiro) tirou um sarrinho do Rodrigo, que estava com meu WayFarer: “Nossa, ta um calor hoje!”. E o mais ridículo foi que a gente ouviu isso mais umas três vezes.
 Então quer dizer que agora só se pode usar óculos de manhã e em dias em que os raios ultra-violetas estão fodendo com teus olhos? Ha... vai pra puta que pariu!


Ficar reclamando aqui não vai adiantar em nada, porque em séculos os costumes e as atitudes das pessoas não mudaram, e acredito que nunca iram mudar.
Agora, vocês poderiam pensar mais racionalmente, com atenção, antes de ficar falando merda por aí.
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Como diria Raulzito: “Se eu quero, e você quer, tomar banho, de chapeu, ou esperar, Papai Noel, ou discutir, Carlos Gardel então vá! Faça o que tu queres pois é tudo da lei. Da lei! - Viva! Viva! Viva a sociedade alternativa!”

E só mais uma coisa: Não use calças coloridas – pelo menos se você for homem.

sábado, 21 de agosto de 2010

dια 21 ▫

Sabe o que não é legal?
Sentir uma puta dor na sua cabeça, na região da testa, com uma pensamento de que talvez seja um tumor gigantesco ou algo do tipo, e sentir-se preocupado de verdade com isto.
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Agora sabe o que é legal?
Você contar tudo isso pra sua mãe e ela achar engraçado.

Se eu morrer, botem a culpa na minha mãe.

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

dια 11 ▫ Bienal do Livro

 Estava em casa ouvindo Reação em Cadeia num volume agradável, e decidi então fazer um favor para mamãe e fui lavar a pilha de louça que tinha na pia. Comecei com os básicos: pratos, copos, talheres e etc. Deixei as panelas de lado, pois eu não sei lavar panela suja e muito menos tava com vontade, e então fui encarar o que havia deixado por último, um verdadeiro desafio: a travessa da lasanha – mesma lasanha essa que me fez engordar uns 10kg no Dia dos Pais, junto com um bolo de cenoura e um sorvete/pudim-gelado de chocolate.
 Então peguei aquela coisa nojenta toda encrostada de lasanha – é, eu não sei porque tenho nojo de lavar louça sendo que eu estou apenas removendo A MESMA COISA QUE EU COMI xD. Já estava na 5ª ou 6ª vez em que passava a esponjinha tentando desgrudar a meleca do vidro quando ouvi uma voz me chamando, e achei estranho, pois ninguém não me chama em casa desde que eu tinha uns... 9 anos, ou menos. Aumentei o volume do som para poder escutar da calçada e fui lá averiguar.
 Cheguei no portão e me deparei com o Felipe junto com a sua cara de pamonha-nordestina, todo feliz por me ver (hoeaohiea zoa), e com uma barba igualzinha a que eu estava carregando no rosto há um mês até hoje de manhã.
― Eae. Firmeza?
― Firmão, mano. “Oi, como vai você?”
― Haha. “Eu vou bem, obrigado”.
― E essa barba ae? Se eu não tivesse tirado a minha hoje a gente tava igual!
― Pow, to deixando crescer pra ver se da chato. Ae, vamo na Bienal do Livro?
― Cóe, vamo sim! Quando que é, brow?
― É nesse sábado. Meu pai vai levar a gente e depois a gente volta de Breda.
― Mas quanto que é pra entrar lá?
― Acho que é R$ 10,00.
― Ih, mas sei não, to sem grana.
― Ah, mas qualquer coisa a gente da um jeito ae...
― Eu vou ver... Meu cunhado ta me devendo R$20,00; eu posso ver com ele. Mas e a condução?
― Acho que é uns 25 mango a passagem de volta no Breda.
― Será? A passagem pra SBC é R$ 17,00! – só não me pergunta como eu sei disso.
― Ah, então deve ser mais barato. Mas qualquer coisa eu intero pra você.
― Ah, beleza... Então vou ver se descolo os 20, daí a gente vai.
 Depois ficamos conversando sobre coisas estranhas, das quais ainda bem que não me lembro, entre videologs ou vlogs ou a mesma coisa as duas coisas entre outros.

 Voltei pra dentro de casa, abaixei o som e continuei tentando lavar a travessa da lasanha, pensando em como poderia ser legal essa tal de Bienal do Livro, que se não me engano, no fundo da mente me vaga algo familiar que com certeza já vi ou ouvi em algum lugar antes.
 Enquanto as horas foram se passando, fiquei aproveitando a minha vagabundice alternando entre o computador e a televisão, até que ouço uma voz feminina me chamando – opa, duas vezes em um só dia, depois de muito tempo, e ainda mulher!
 Novamente fui até o portão, e dessa vez era minha querida amiga de infância, Gabriella. Tinha ido chamar ela mais cedo só que, para minha surpresa, continuo sendo o único vagabundo da minha rua, pois fui avisado pela mãe dela que desde ontem ela estava trabalhando, e só iria voltar por volta das 20h – coisa linda, não?! Então ficamos conversando um bocado sobre música e filmes, e falando em filmes, resolvi tomar uma atitude contrária a do meu amiguinho Felipe, citado aí em cima, que pegou uns filmes pornô meu há uns 2 anos ou mais, e até hoje nunca devolveu; mas eu ligeiro que sou, como troca dominei a HQ rara que só ele (que eu saiba) num raio de 1000km tem: Super-Homem & Homem-Aranha DC e Marvel, bizarro, I know.
 Ao devolver os filmes, perguntei para ela se poderia ficar com o "The Spirit" – que é um filme muuitoo boom! – por mais uns dias, para assistir pela terceira vez, e a minha mandinga sacana deu certo, pois ela acabou dizendo que não gostava do filme, e que poderia ficar comigo. Troca justa, pois eu também havia emprestado pra ela um filme chatinho e depois para passar a bola disse que podia pegar.

Enfim, mais uma vez naquela demora pra escrever, e não sei como terminar o texto – de novo.


Texto iniciado: 14/08/2010 09h06m - Texto terminado: 18/08/2010 20h49m
Data dos fatos: 11/08/2010 - Postado: 18/09/2010 01h18m

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

dια 05 ▫ Rotina, Infância e Personalidade

 Hoje mais uma vez de novo eu fui ao mercado do meu bairro, próximo a minha rua, e que seria mais próximo ainda se não fosse de frente pra avenida ao lado.
 Quando cheguei lá, fiquei muito feliz e todo assanhadinho, e adivinhem por quê? Porquê eu vi a minha vizinha gostosa! A garota mais linda que eu já vi nesse bairro, mesma garota essa que eu venho contemplando desde a minha obesa infância, até mesmo antes da puberdade – certa puberdade e certa garota que tiveram muita coisa em comum logo no inicio ('brinks). Há tempos eu não via ela, por isso o motivo de tal felicidade. Eu ficava contente só de olhar pra ela – infelizmente, só olhar (olhar = sonhar, babar, se deliciar e outras coisas legais). Mas, mais uma vez, a minha aparência não estava muito... apresentável, ou não, sei lá! Só tirando o fato que eu fui pro mercado de calça de moletom, camiseta da Tricolor Foto e Vídeo e por cima uma camisa de flanela xadrez preta e as unhas do pé grande...

 Na minha rua acho que não da pra fazer uma lista com mais de 3 garotas comíveis, exceto as coroas, que dava pra descolar uma grana em troca, mas tomando todo cuidado com seus maridos cachaceiros e seus filhos usuários/traficantes de drogas.

 Mais tarde iria na 18º Feira de Fotografia, a Photo Image Brazil, em São Paulo ou São Bernardo do Campo, sei lá, e a minha irmã veio aqui em casa, sete e quarenta da manhã aproximadamente, pra levar eu e minha mãe pra Mongaguá, pra de lá nos reunirmos com o grupo e vazar, só que ela QUE NEM TINHA ME AVISADO disse pra mim separar umas fotos para fazer um clipe de Dia dos Pais para o meu pai, dizendo que todo mundo (todo mundo porque meu pai tem uns montes de filhos) já tinha separado as fotos, menos eu.
 Aff, uma coisa é você falar “Eu to pensando em fazer um clipe de fotos pro pai” e outra é “Separa pra mim algumas fotos com antecedência pro clipe do pai”; enfim, ela não disse a segunda opção.
 Moral da história: ela chega aqui e pede pra mim separar as fotos (ainda jogando a culpa em cima de mim), e fazer isso requer uma certa calma, paciência e tempo livre. Então fui lá, verificando as pastas de fotos desde 2005 até as de 2010, e enquanto separava, as estressadas entraram no carro, ficaram buzinando lá fora, e com raivinha foram embora.
 Agora eu poderia usar meu ódio e meu belo orgulho pra jogar fora a merda das fotos que eu separei, não ir mais pra essa Feira do caralho – e eu não vou mais mesmo –, e quando meu pai me perguntar o porquê, eu direi: “Porque a Laura pediu pra mim separar umas fotos para fazer um clipe de Dia dos Pais para o senhor, só que ficou me apressando e quando eu já tava terminando, ela ficou estressadinha e foi embora. Agora eu to com raiva e não quero mais ir pra porra nenhuma”.
 Seria tão legal né? Seria diabólico, e diabólico mesmo, porque eu to com o capeta dentro do corpo, atiçado, e com um ódio vindo direto do inferno coçando meu dedo pra mim fazer isso. E eu não me importo com que os outros vão achar, e como vão ficar. Desde a infância eu sou assim, faço essas coisas por orgulho, puro ódio, e nunca me arrependo; eu posso ficar brigado com a pessoa por mais de um ano, e eu quero é que se foda. Sabe como é quando você faz uma gracinha/brincadeira com um amigo seu, e ele fica puto ou chateado, daí vocês param de se falar ou etc? É quase isso, só que mais perverso neste caso. Que nem diria Rafinha Bastos: “Eu prefiro perder o amigo do que a piada”.
 Mas não são só as minhas atitudes lindas e perfeitas que vieram da infância, tem também o 'voltar atrás'. Poucas foram as vezes que eu passei por cima do meu orgulho, POUCAS, e SÓ UMA delas eu não hesitei, pelo menos não muito, mas não vou falar 'o que' ou sobre 'quem' tem a ver, pois não quero que esse texto vá para os marcadores de Amor, Sentimentos e Poesias.

PS¹: Queria saber o que aconteceu com a minha boca nessa foto.
PS²: Eu gosto de PSs
PS³: Porque PSs são legais.